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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Os 5 erros de Português mais cometidos em concursos públicos

1) Interpretação de enunciados e textos
“O candidato muitas vezes tem o péssimo hábito de não ler o texto, ou de só achar que leu”, muita gente não tem paciência para absorver os textos, ou fica tão preocupado com o tempo que perde a concentração na leitura.
Dica do Blog: No caso de um enunciado, marque os verbos de comando - aqueles que distinguem a ação esperada do candidato, tais como “justifique”, “indique”, “comente”. Também vale reler com calma o que está proposto para garantir que você compreendeu bem. O mesmo vale para textos que você precisa analisar.
2) Uso da crase
Tema que confunde muita gente, a fusão do artigo feminino “a” com a preposição “a” tem regras específicas de emprego.
Dica do Blog: Você está seguro de que não tem dúvidas sobre o uso da crase? Aconselhamos uma revisão sobre o tema, com atenção especial para os casos optativos, isto é, aqueles em que a crase pode ou não ser usada.
3) Ortografia
Dependendo da banca, deslizes de ortografia podem eliminar um candidato. “É um erro clássico, que revela um candidato que não lê ou que não se preocupa com o que lê”.
Dica do Blog: Cultivar o hábito de ler jornais, revistas, livros e sites ajuda a diminuir os erros. Isso vale também para melhorar a redação.
4) Emprego de pronomes
Tema recorrente em provas, questões sobre pronomes frequentemente aparecem como “pegadinhas”. O concurseiro precisa tomar cuidado para não confundir as regras sobre colocação de pronomes oblíquos átonos, como “me”, “te”, “se”, “lhe”, “o” e “a”.
Dica do Blog: Na língua falada, frequentemente ouvimos e falamos frases como “Me entregaram uma carta” ou “Você viu ela?”, que são incorretas segundo a norma culta. Para não se confundir na hora de escrever, é bom voltar aos livros e estudar com atenção as diferenças no uso de cada pronome.
5) Onde x aonde
Mais uma vez, a influência do português falado pode atrapalhar o concurseiro. Apesar de muita gente empregar “onde” e “aonde” indistintamente na língua oral, o mesmo não vale para a escrita, o que gera muitos erros em provas.
Dica do Blog: “Onde” é empregado para ideia de algo fixo, que não tem movimento, como em “Onde você mora?”. Já “aonde” acompanha verbos que dão ideia de movimento, de mudança, como em “Aonde você foi?”. Para não fazer feio, o concurseiro precisa gravar essa distinção básica.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Significado de Rechaçar

v.t.d. Obrigar (algo ou alguém) a sair; fazer com que seja rebatido ou repelido; repelir: rechaçar os adversários.
Possuir uma posição contrária a; opor-se: rechaçar a oferta.
Figurado. Responder ou contestar alguma coisa; rebater: rechaçar uma crítica.
(Etm. do francês: rechacier)

Sinônimos de Rechaçar

Sinônimo de rechaçar: afastar, destruir, expulsar, opor, rebater e repelir

Antônimos de Rechaçar

Antônimo de rechaçar: aceitar

Definição de Rechaçar

Classe gramatical: verbo transitivo direto
Tipo do verbo rechaçar: regular
Separação das sílabas: re-cha-çar
"Aterrizar" ou "Aterrissar"?

As duas formas são consideradas corretas. Esta palavra deriva-se do vocábulo francês "aterrissage". Veja os exemplos:
O avião aterrizou ontem à noite.
O piloto fez uma aterrissagem muito brusca.
"A presidente" ou "A presidenta"?
Tanto faz. As duas formas são consideradas corretas. Note que a forma “presidenta” segue a tendência natural de criarmos a forma feminina dos substantivos com o uso da desinência “a”, como ocorre em: trabalhador/trabalhadora, fotógrafo/fotógrafa, etc.

Na língua portuguesa, temos também a opção da forma comum de dois gêneros, como ocorre em: o jovem/a jovem, o estudante/a estudante, etc.

No entanto, lembre-se de que há palavras que aceitam as duas possibilidades: o chefe/a chefe ou o chefe/a chefa, o parente/a parente ou o parente/a parenta, o presidente/a presidente ou o presidente/ a presidenta.
Aulas Particulares, Acompanhamento e Reforço escolar. Ensino Fundamental, Ensino Médio, Preparatório para o ENEM, Concurso Público, etc.


Tiramos todas as suas dúvidas.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015